Pausa para a minha retrospectiva 2007 e primeiramente:
- A retrospectiva é minha. Acho que já deu pra perceber que esse blog é completamente egocêntrico e, de vez em quando, pode até ter um pedaço de alguma posição minha quanto às coisas erradas que eu e você conhecemos desse mundo. Mas por hora, sou eu e meu umbigo.
- Chances mil de: eu não conseguir terminar, nunca consigo terminar a maioria das coisas que começo. De você não entender lhufas. De ficar chatopracaralho ou de ficar muito, mas muito detalhado.
Eu fiquei em dúvida se começaria por janeiro, mas não sou boa em seguir regras à risca e iria me desviar fácil do foco. Então optei pelo que me afeta mais no momento: saúde. Acho que dentre todas as minhas retrospectivas, até aquelas que foram escritas na agenda e depois jogadas no lixo, nenhuma teve tanto espaço pra minha saúde. Tá certo que em 2003 eu sofri mais que a vida com anemia e gastrite, até minha praia de 2004 foi só tristeza (mentira, mas doeu). Ou quando minha garganta me incomodava 30 vezes ao ano e eu ficava realmente muito irritada. Sempre caía em festa, até no meu aniversário já tive 40° de febre (como diziam os caras do Twister) e até delirei. Mas tudo isso foi fichinha pra esse ano.
Minha reminiscência não coopera muito, mas meu carnaval de 2007 deixou marcas. Já no último dia da nossa grande estadia em Balneário Camboriú meu ouvido começou a reclamar. Dali pra frente foi só preocupação, fiquei com a maior das infecções de ouvido. E tudo isso devido ao meu companheiro de apê, que via o ar condicionado ligado, ria e voltava a dormir. Meu médico já me considera a paciente mais freqüente e eu já cansei de fazer a trajetória: Carlos de Carvalho – Rua XV. Lá por agosto até influenza eu peguei. Foi assim, três semanas de cada mês, doente. E com essa subvida eu fui levando. E agora em pleno dezembro, em clima pré-férias, tô infectada DE NOVO e nem sei ao certo com o qual dos vírus.
E, contrariando todo o enredo, marquei ponto esse ano. Foram mínimas as vezes em que tomei remédio e fiz coisa errada em seguida, evitei ao máximo pegar chuva e acordava de madrugada pra seguir as horas dos remédios. Porém os pés sem meia e no chão, permaneceram. Conseqüências eu sempre soube que haveriam, o problema é quando foge do meu controle. E agora vou tomar banho e correr pra Carlos de Carvalho. Tento terminar isso quando voltar ou quando me sentir melhor.